Qual é a quantidade de frutose presente nas frutas?

A questão da frutose é um dos temas mais discutidos da internet e entre os interessados em dietas, seja para perda de peso ou para melhoria da composição corporal e performance.

Por um lado temos indivíduos que afirmam que a frutose é a pior coisa de sempre, e a principal responsável pela síndrome metabólica (obesidade, hipertensão, diabetes, problemas cardiovasculares..), sendo que deve ser completamente eliminada da dieta. Outros afirmam que não é bem assim, e que a frutose só se torna prejudicial quando ingerida em forma refinada, em excesso.

Seja qual for o lado da questão para o qual esteja mais inclinado, se está especialmente preocupado com a quantidade de frutose presente na sua dieta, e pretende controlar a ingestão deste tipo de açúcar, providenciamos-lhe uma tabela que descreve ao pormenor a quantidade e o tipo de açúcar presente nas frutas de consumo mais comum.

Tenha em conta que as frutas completas são uma fonte de frutose e de sacarose, por outras palavras, açúcar. Também conhecido como açúcar de cana ou de mesa, que em termos químicos, consiste de glucose e – fructose.

Quantidade de frutose total (por cada 100 gramas) presente nos tipos de fruta mais consumido.
Quantidade de açúcar total e tipos de açúcar presentes em vários tipos de frutas.
Quantidade de açúcar total e tipos de açúcar presentes em frutas desidratadas.
Composição de fontes principais de açucar
Quantidade de açúcar total e tipos de açúcar presentes em vários tipos de doces (chocolates, etc).

Se olharmos para as tabelas acima, iremos verificar quais são as maiores fontes de frutose da dieta típica ocidental:

Açúcar de mesa, refrigerantes, chocolates, e todo o tipo de confeitarias. Em suma, praticamente tudo em que o açúcar de mesa seja incluído. Isto acontece porque a sacarose é composta por partes iguais de glucose e frutose.

Poderemos notar também que certas frutas contêm quantidades muito baixas de frutose; como por exemplo o tomate e o abacate.

Tenha sempre em conta que a ingestão de fontes de açúcar refinado não é a mesma coisa que ingerir fontes de açúcar natural como o mel. Num estudo, a substituição de carboidratos refinados por mel, protegeu ratos dos efeitos pró-oxidativos da frutose e da hipertrigliceridemia.

E ainda noutro estudo o consumo de mel preveniu a ocorrência de danos hepáticos provocados pela obstrução biliar comum, podendo até ser usada no alívio e prevenção de problema hepáticos com algum sucesso.

Referência!

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