Tudo sobre a proteína whey

Tudo sobre a proteína wheySe há uma coisa que continua a deixar-me intrigado, é a disparidade entre a grande popularidade da proteína Whey e a grande desinformação que existe à volta deste suplemento popular.

Porque estão as pessoas tão confusas em relação à proteína Whey?

Tenho de concluir, que é em parte por culpa da publicidade enganosa e decepcionante, publicitada por alguma empresas sem escrúpulos e devido a artigos deficientemente pesquisados, publicitados por falsos “gurus”. E de facto a proteína Whey é uma proteína complicada.

Neste artigo irei aventurar-me a esclarecer e a eliminar os mitos, o secretismos e hipérbole que envolve este suplemento ultra popular.

Ao terminar de ler este artigo, já saberá tudo o que necessita acerca dos diferentes tipos de proteína Whey, tais como Concentrada vs. Isolada, micro-filtrada vs. Intercâmbio iónico, e obterá respostas a questões que tendem a persistir, apesar de indivíduos inteligentes como eu tentarem dispersar os mitos e desinformação que rodeia a proteína Whey. Leia este artigo com cuidado, memorize-o e então depois será o atleta mais informado do seu ginásio acerca da proteina Whey,.

O que é a proteína Whey?

Quando falamos da whey, estamos  na verdade a falar de uma proteína complexa, formada a partir de muitas subfrações proteicas tais como:

  • Betalactoglobulina
  • Alfa-lactalbumina
  • Immunoglobulinas (IgGs)
  • Glicomacropeptidos
  • Albumina de soro bovina (BSA)

E pequenos péptidos como:

  • Lactoperoxidases,
  • Lisozima
  • Lactoferrina.

Cada uma das subfrações que se encontram na proteína whey, possuem propriedades biológicas únicas. Até há bem pouco tempo, separar estas subfrações em larga escala, era impossível ou demasiado caro excepto para efeitos de pesquisa.

No entanto, as técnicas de filtração modernas melhoraram a sua eficácia na década passada, permitindo ás empresas, a separação de alguns dos péptidos  altamente bioativos da proteína Whey, tais como a lactoferrina e a lactoperoxidase.

Algumas dessas fracções encontram-se em muito pequenas quantidades no leite de vaca, normalmente a menos de 1%. Por exemplo, uma das mais promissoras subfracções, que se pensa poder prevenir várias doenças, melhorar o sistema imunológico e a saúde em geral (lactoferrina), está presente na proteina Whey derivada do leite da vaca em cerca de 0,5% ou menos, (enquanto que o leite humano contém cerca de 15% de lactoferrina).

Nas últimas décadas, a proteína Whey em pó, evoluiu ao longo de várias gerações, desde produtos de baixa concentração, até produtos de alta concentração (Concentrados e Isolados de proteína Whey).

Porque é a proteína Whey tão especial?

A proteína Whey tornou-se um suplemento de referência para a maioria dos culturistas e outros atletas por bons motivos: É uma excelente proteína por uma variedade de razões. A proteína Whey ultimamente tem estado também sob a atenção dos grupos interessados no anti-envelhecimento/longevidade, devido aos seus efeitos benéficos no sistema imunológico.

Um crescente número de estudos, chegou à conclusão de que a proteína Whey tem o potencial de, possivelmente reduzir o cancro em ratos, combater o vírus HIV, aumentar a capacidade imunológica, reduzir o stress, baixar o cortisol, aumentar os níveis de seratonina no cérebro, melhorar o funcionamento do fígado em certas formas de hepatite, reduzir a tensão arterial e melhorar a performance física, para além de outros  usos potenciais na medicina e desporto.

A proteína tem também um valor biológico excepcionalmente alto (embora os vendedores da proteína Whey exagerem em demasia este fato) e é também excepcionalmente alta em aminoácidos BCAAs.

Um dos maiores efeitos da proteína whey, é o de aumentar os níveis de glutationa (GSH). A importância do GSH para o funcionamento correto do sistema imunológico não deve ser subestimada. O GSH é provavelmente o anti-oxidante solúvel em água mais potente que existe no organismo.

A concentração dos níveis intra-celulares de GSH, está directamente relacionada com a capacidade de reacção dos limfócitos (uma importante arma do sistema imunológico)

Face a um desafio, o que sugere que, os níveis intracelulares de GSH, são uma forma de modular o sistema imunitário. O GHS é um tri-péptido composto pelos aminoácidos L-Cisteína, , L-glutamina e Glicina.

Dos três, a Cisteína é o principal substrato para a formação do grupo sulfúrico em forma livre e é um factor que pode limitar a formação do GSH (apesar de os efeitos da proteína Whey nos níveis de GSH serem mais complexos do que apenas pelo seu conteúdo de Cisteína).

Devido ao facto do GSH ser essencial para o sistema imunológico, stress oxidativo, bem estar geral, e níveis reduzidos de GSH estarem associados a uma lista longa de doenças, a proteína Whey tem um espaço a ocupar  no programa nutricional de toda a gente.

Níveis reduzidos de GSH estão também associados ao síndrome do excesso de treino (overtrainning) nos atletas, portanto a proteína Whey pode ter um papel a desempenhar na prevenção ou pelo menos alívio do overtrainning. Em relação ao desporto, alguns estudos recentes sugerem que a proteína Whey pode ter efeitos directos no desempenho físico e na massa muscular, mas as pesquisas nesta área são ainda preliminares.

Alguns estudos descobriram que o stress oxidativo contribui para a fadiga muscular, por isso, níveis elevados de GSH podem contribuir para aumentar a capacidade dos atletas e assim poderem realizar treinos mais duros e longos.

Diferentes tipos de proteína Whey:

A maioria da confusão á proteína Whey, tem a ver com a compreensão das várias formas existentes de Whey: concentrada, isolada, filtrada por intercâmbio iónico, etc. Nas próximas secções, irei tentar esclarecer os leitores.

Pós e contras da WPC:

A proteína Whey de primeira geração continha apenas cerca de 30-40% de soro de leite, e continham grandes quantidades de lactose, gordura e proteínas desnaturadas. Eram consideradas um “concentrado” e usadas na maioria das vezes, pela industria alimentar.

Os concentrados de proteína Whey mais actuais contêm entre 70 a 80% de proteína, com níveis reduzidos de lactose e gordura. Muitas pessoas têm a impressão e assumem que a WPC (Whey Protein Concentrate) é inerentemente inferior a uma WPI (Whey protein Isolate).

Mas isso é mentira. Apesar do WPC conter uma menos quantidade de proteína que uma WPI, uma WPC contem todo o tipo de substâncias interessantes que não se encontram na WPI. Uma WPC bem produzida, contém níveis bem mais altos de vários factores de crescimento, tais como IGF-1, TGF-B1, e TGF-B2.

Contém também níveis muito mais altos dos vários fosfolípidos, e vários lipidos bio-ativos, tais como o Ácido Linoleico Conjugado (CLA), esses normalmente contêm níveis altos de imunoglubinas e lactoferrina. Apesar da falta de dados acerca destes compostos poderem afetar a massa muscular ou performance física, vários estudos sugerem que podem melhorar o sistema imunológico, saúde intestinal, e têm muitos outros benefícios, dos quais tanto os atletas  como as pessoas normais podem beneficiar.

Os contras da WPC é que possuem uma quantidade ligeiramente menor de proteína que uma WPI, contêm uma quantidade maior de gordura (embora na verdade essa gordura possa ter efeitos benéficos) e níveis mais altos de lactose.

As pessoas não deveriam pensar que uma WPC bem produzida seja inerentemente inferior á WPI, pois é na verdade superior a esta, dependendo dos objetivos do indivíduo. Por exemplo, algumas pessoas não toleram bem a lactose, ou estão a tentar evitar ao máximo a gordura na dieta, etc. Enquanto que, outros indivíduos podem querer obter os potenciais benefícios dos compostos adicionais encontrados numa WPC de boa qualidade.

Os prós e contras da WPI, e o debate entre o método da micro-filtragem vs. Intercâmbio Iónico.

Normalmente, as WPI´s contém cerca de 90 a 96% de proteína. As pesquisas feitas descobriram que, só a proteína Whey no seu estado natural (não desnaturada) é que possui atividade biológica. Processar a proteína Whey de forma a remover a lactose, gordura, etc,.sem que a proteína perca a sua atividade biológica, exige uma atenção especial e cuidado por parte do fabricante.

Manter o estado natural da proteína, é essencial para se manter a sua atividade anti-cancro e estimuladora do sistema imunológico. A proteína tem de ser processada a baixa temperatura e/ou em condições baixas em ácido, de maneira a não se “desnaturar” a proteína, e isto torna-se um fator ainda mais importante quando se produz isolados de alta concentração Vs concentrados.

As WPI contêm mais de 90% de proteína, com níveis mínimos de lactose e quase nenhuma gordura. A vantagem de uma boa WPI é que, esta contém mais proteína e menos gordura, lactose.

No entanto, por agora já deveria ter-se tornado claro para o leitor que, há mais factores a ter em conta em relação á proteína Whey, do que o simples factor de concentração que possui, e a concentração de proteína está longe de ser o factor mais importante a ter em conta na hora de decidir qual Whey usar.

Por exemplo, a proteína processada a partir do método de intercâmbio iônico  possui uma maior concentração de proteína do que qualquer WPI. Esse facto torna a proteína de Intercâmbio iônico uma escolha melhor que a WPI? Não? Mas muitas empresas continuam a insistir que este tipo de proteína é o “Expoente máximo da proteína Whey”.

A proteína de intercâmbio iônico  é feita a partir dos concentrados de soro, esse soro é passado através de uma coluna chamada de intercâmbio iônico  para assim se produzir a Whey isolada de intercâmbio iônico  Isto parece muito sofisticado, mas este método tem vários contras.

Tal como já foi mencionado acima, a proteína Whey é uma proteína complexa formada por muitas subfrações de péptidos, que possuem efeitos únicos na saúde, sistema imunológico, etc. Algumas dessas fracções encontram-se em quantidades muito pequenas.

Na verdade, as subfrações, são o que realmente torna a proteína whey a proteína única e especial que é. Devido á natureza do processo do intercâmbio iônico  os componentes mais valiosos e promotores da saúde, são seletivamente eliminados. Apesar da percentagem de proteína ser aumentada, muitas das mais importantes subfracções, são perdidas.

Isso faz com que a proteína whey isolada por intercâmbio iônico  seja uma má escolha para uma verdadeira whey de terceira geração, apesar de muitas empresas de suplementos usarem este método de produção para produzirem whey, devido á sua maior percentagem de proteína que produz.

A whey isolada pelo método de intercâmbio iônico  pode conter cerca de 70% ou mais da subfração Beta-lactoglobulina, (a subfração menos interessante e alérgica presente na whey) com a perda das subfracções mais ativas e interessantes.

Portanto, os prós da whey isolada por intercâmbio iónico, é que esta simplesmente contém uma maior percentagem de proteína, os contras, é que esta maior percentagem vem com uma condição, a perda da maioria das subfracções únicas da Whey. Do meu ponto de vista, esta condição não é aceitável, considerando o facto de a percentagem de proteína entre uma whey isolada e uma de intercâmbio iónico ser mínima.

Isto leva-nos a olhar com mais interesse para os isolados microfiltados de proteina whey. Com a combinação de recentes técnicas de processamento para produzir as WPI´s –  ou retirar várias subfrações – tais como a:

  • Micro Filtração por Fluxo Cruzado (CFM®)
  • Ultra filtração (UF)
  • Micro filtração (MF)
  • Osmose reversa (RO)
  • Filtração por membrana dinâmica (DMF)
  • Cromotografia por intercâmbio iónico (RFC)
  • Nano filtração (NF)

Com estas técnicas, os fabricante podem agora produzir proteínas whey únicas e de alta qualidade.

Talvez o método mais familiar para os leitores seja o CFM® (Micro Filtração por Fluxo Cruzado). Apesar do termo usado ser geral para vários tipos de processamento da Whey,

O método de processamento CFM® utiliza um sistema de processamento a baixa temperatura, bem como técnicas de micro filtração que permite a produção de uma alta percentagem de proteína (>90%), a retenção de subfracções importantes, níveis extremamente baixos de gordura e lactose, sem criar virtualmente nenhuma proteína desnaturada.

O CFM® é um método natural, que não utiliza químicos, mas sim filtros de cerâmica ao contrário do método do intercâmbio iónico, que envolve o uso de reagentes químicos tais como o ácido hidroclorídrico e hidróxido de sódio. A proteína isolada CFM® contém também níveis altos de cálcio e baixos de sódio.

Para resumir esta secção:

Os prós da proteína whey concentrada são: Contem níveis mais altos dos vários – e potencialmente benéficos – factores de crescimento, lípidos, fosfolípidos e outros compostos potencialmente interessantes.

Os contras, possuem uma maior percentagem de gordura e lactose (mais que a WPI), que algumas pessoas podem querer evitar. Tal como todas as proteínas Whey, nem todas as WPC´s são criadas da mesma forma e como tal nem todas têm a mesma quantidade dos compostos interessantes descritos acima.

Os prós da Whey de intercâmbio iõnico bem produzidas são: Tem uma elevada percentagem de proteína (90% ou  mais), níveis baixos de lactose e gordura, níveis muito baixo de proteínas desnaturadas, e a preservação das subfracções importantes na sua percentagem natural. Não existem contras com esta proteína, a menos que a pessoa pretenda obter componentes adicionais (e.g., níveis elevados de factores de crescimento, CLA, etc.) que se encontram numa WPC bem produzida.

* = CFM®, Este é um processo patenteado, que pertence à marca “Glanbia Nutritional, uma grande empresa dos Lacticínios da Irlanda, com filiais nos EUA.

Novos desenvolvimentos/ O futuro da proteína Whey

Há vários desenvolvimentos interessantes no que diz respeito ás técnicas de processamento da próxima geração de proteína Whey.

Optimização do rácio das sub-fracções, etc: Outro recente desenvolvimento no processamento da Whey, é a capacidade de se isolar em larga escala, certas sub-fracções bio-activas da proteína whey, tais como a Lactoferrina ou os Glicomacropéptidos, usando algumas das técnicas de processamento mencionadas acima.

Isto não podia ser feito em grande escala á alguns anos atrás, mas agora já pode ser produzida por um pequeno número de empresas, com técnicas de filtragem modernas. Isto permite a criação de um suplemento de proteína verdadeiramente personalizada á medida, a capacidade de se poder adicionar certa quantidade de subfracções, não é possível na natureza. Veja por exemplo a sub-fracção lactoferrina. Em muitos produtos Whey, ela praticamente não existe

Devido ao tipo de método de processamento utilizado. As melhores proteínas Whey contêm menos de 1% de lactoferrina e cerca de 0,5% dessa rara mas importante micro-fracção. Algumas empresas têm agora a capacidade de adicionar subfracções especificas, de forma a se obter uma verdadeira fórmula de proteína.

Uma outra empresa está  a trabalhar no desenvolvimento de um whey isolada, que irá conter níveis mais elevados das sub-fracções benéficas, como a alfa-lactoalbumina, e níveis mais baixos das sub-fracções menos nutritivas e mais alergénicas.  Numa escala de larga produção, uma whey isolada “Alta em alfa-lac”, seria potencialmente superior às wheys correntes do mercado actual.

Em relação ás wheys concentradas, existe uma empresa que está a a produzir uma WPC com níveis muito mais elevados dos factores de crescimento anteriormente referidos (IGF-1, TGF-ß1, e TGF-ß2) bem como outros compostos bio-ativos, tais como vários fosfolípidos, Ácido Linoleico Conjugado (CLA), imunoglobulinas e lactoferrina, e possui uma concentração de gordura de cerca de 15%, o que é 5-10% mais alta em gordura que a maioria das WPC´s, mas é na gordura que se encontram esses compostos benéficos.

As proteínas hidrolizadas parecem estar de regresso: A maioria das pessoas recorda-se que as proteínas hidrolizadas estavam na moda á alguns anos atrás, depois a sua popularidade diminui de repente. Uma proteína “Hidrolizada”, significa (basicamente) que a proteína foi parcialmente desintegrada em péptidos de diferentes comprimentos.

Devido ao fato da proteína estar já parcialmente “digerida”, é absorvida de forma mais rápida, o que pode ter um efeito positivo em certas circunstâncias, tais como certas desordens metabólicas i.e., vitimas de queimaduras, pessoas com diversas desordens digestivas e bebés prematuros).

Se as proteínas hidrolizadas são realmente uma vantagem para os atletas, é algo que ainda não foi provado. A publicidade e marketing que rodeia as proteínas hidrolizadas, estão baseadas fundamentalmente num estudo em que foram usados ratos, no qual se chegou á conclusão que, ratos em jejum, que ingeriram proteína hidrolizada, tiveram um nível de retenção de nitrogénio superior aos ratos que ingeriram proteínas não hidrolizadas.

É pena que não tenha sido realizado um único estudo com esta proteína que envolvesse atletas, e mostrasse os mesmos resultados. Além disso, a razão pela qual os suplementos de proteína hidrolizada não se tornaram populares, prende-se com o facto de terem um mau sabor, serem exageradamente caras e não terem dados científicos suficientes para justificarem os seus supostos benefícios.

A forma de processamento que era utilizada na época também desnaturava a maioria da proteína. Existe uma empresa que utiliza um processo de hidrolização da proteína Whey, que envolve o uso de um processo enzimático, que não desnatura a proteína e não dá um mau sabor á proteína.

Esse processo também parece ser mais eficiente e menos dispendioso. Este tipo de proteína Whey hidrolizada pode ter algumas aplicações interessantes para os culturistas e outros atletas, apesar de a pesquisa feita até á data ser manifestamente insuficiente.

Exemplo de um suplemento de proteína whey

Precisa de minerais do leite? Aqui está outro produto potencialmente útil para culturistas e outros atletas, trata-se de um processo de extrair minerais a partir do leite. Assim se poderia obter uma forma altamente biodisponivel de cálcio, e outros minerais e nutrientes, tais como o magnésio, fósforo, potássio e zinco, necessários para a formação e metabolismo de ossos saudáveis.

Isto sem a adição da lactose e gordura normalmente presentes no leite. Pesquisas recentes, sugerem que a ingestão alta de cálcio está a associada a um nível baixo de tensão arterial e a outros benefícios positivos na saúde.

No entanto, o mais interessante para os culturistas e outros atletas, é a conclusão a que chegaram vários estudos que chegaram é conclusão, de que, uma ingestão alta de cálcio, leva a uma redução dos níveis de gordura corporal (bodyfat), e diminui a lipogénesis (formação de gordura).

Apesar dos culturistas geralmente não sofrerem de problemas ósseos (densidade óssea), muitos podem não estar a ingerir a quantidade de cálcio ótima para poderem observar mudanças nos níveis de gordura corporal. Este novo produto “mineral do leite”, adicionado ás varias formulas de proteína, pode ser a receita do “Dr Anabólico”, para os atletas que procuram minimizar os níveis de gordura corporal e maximizar a massa muscular.

Conclusão:

Ora aqui têm. Espero que este artigo finalmente clarifique a confusão geral e dúvidas que as pessoa têm em relação á proteína whey, agora o leitor pode ser um consumidor mais consciente e educado quando for adquirir a sua próxima embalagem de whey. Não se deixe enganar pelo marketing e publicidade.

A proteína whey é boa, devido a várias razões, mas você não irá adicionar kgs de músculo num curto período de tempo devido á sua adição na dieta… Também sugiro às pessoas, que se mantenham atentas aos novos desenvolvimentos que mencionei acima, que provavelmente e irão formar a base da próxima geração de fórmulas de proteína whey.

 
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