Politicamente incorrecto: A pesquisa nutricional negligenciada do Dr. Weston Price, DDS

Politicamente incorrecto: A pesquisa nutricional negligenciada do Dr. Weston Price, DDSParece que quanto mais as coisas mudam, mais elas permanecem as mesmas. Com o advento dos antibióticos na 1930, a medicina moderna orgulhou-se da erradicação quase total de várias doenças mortais, tuberculose, difteria, poliomielite, para citar alguns. A medicina moderna tem uma droga e um teste de diagnóstico para quase tudo e, por causa deste edifício de tecnologia farmacêutica, as pessoas em geral, temem os médicos e a profissão médica.

Infelizmente, nós povos modernos, somos uma porcaria. Tomemos, por exemplo, uma pessoa típica que vem a mim para aconselhamento naturopata. Ele começa sempre por dizer: É apenas uma precaução. Na verdade sou muito saudável – No entanto, eu tenho alguns pequenos problemas, nos quais o meu médico regular, não me parece conseguir ajudar, por isso, pensei em tentar isto. Quando eu vejo o seu historial médico, descubro uma infinidade de problemas que dificilmente poderiam qualificar essa pessoa como sendo completamente saudável.

Este homem, vamos chamar-lhe Joe, teve as suas amígdalas removidas quando ele tinha sete anos devido a infecções graves e recorrentes. Ele também sofria de infecções crónicas do ouvido enquanto criança, curadas com antibióticos. Joe teve de começar a usar óculos no ano anterior, pois a sua visão estava cada vez pior. Ele teve três canais radiculares, bem como seis cavidades, preenchidas nos últimos oito anos. Joe também sofre de fadiga e crises de depressão – ele atribui sempre esses problemas ao envelhecimento e ao stress relacionado com o seu trabalho.

Joe também me diz que sofre de indigestão crónica e de flatulência, para as quais o seu médico receitou um antiácido potente. Joe também teve úlceras no passado. Uma vez a cada duas semanas, ele precisa de tomar um laxante para a sua constipação. Joe também me diz relutantemente, com a sua voz abafada e os olhos para baixo, que ultimamente tem tido problemas sexuais e não consegue executar regularmente no quarto. Ele está a pensar em tomar esse novo medicamento para a impotência masculina, o Viagra. Por fim, ele mostra-me o seu eczema na perna: Já tentei de tudo para isto! Mas parece que nunca desaparece!

Por curiosidade, pergunto a Joe sobre a sua família. Joe passa a falar sobre a sua irmã mais velha que morreu à três anos atrás de cancro da mama, com a idade de 47. O seu pai morreu de um derrame há cerca de uma década atrás, e sua mãe tinha sido recentemente diagnosticada com a doença de Alzheimer. A esposa de Joe deu à luz os seus dois filhos por cesariana e ela é um pouco obesa. Ela também compartilha o eczema de Joe.

O filho de Joe sofre de asma, que tem desde que era criança, e um problema de deficit de atenção. Joe assegura-me que o seu filho é realmente muito inteligente, mas simplesmente não consegue manter-se suficientemente concentrado para conseguir boas notas. O seu filho, agora com 14 anos, passou a usar aparelhos para os dentes.

A filha de Joe, uma menina muito bonita de 9 anos, também usa o aparelho e, tal como seu irmão mais velho, tem uma boca cheia de cáries. Ela também sofre de sinovite, uma doença inflamatória das articulações, causada por uma infecção estreptocócica crónica – ela está constantemente sob antibióticos.

Não, eu não a estou a exagerar. Muitos de vocês que estão a ler isto podem ficar chocados por estarem a ler algo também muito semelhante à sua própria história familiar. Infelizmente, mesmo que a nossa família não sofra deste tipo de problemas de saúde, todos nós conhecemos pessoas com problemas semelhantes aos desta família.

O problema é que, tal como Joe, parece que estamos a aceitar estas condições como algo normal e que faz parte do quotidiano do dia-a-dia. Parece que nos esquecemos que o nosso estado natural é um estado de equilíbrio e saúde.

Como estamos perto do ano 2000 e entrar no século 21, uma coisa deve ser dolorosamente clara: o século 20 irá terminar com um aumento de doenças. Apesar dos nossas incríveis avanços científicos – televisão, cinema, foguetões espaciais, andar na lua, etc -, não chegamos a lado nenhum quando se trata de doenças crónicas.

Os médicos encolhem-se e acobardam-se quando um paciente com artrite os vem visitar. O mesmo acontece com as pessoas com a doença de Alzheimer, Parkinson, cancro, lúpus, esclerose múltipla e SIDA: A ciência médica, com todas as suas magias tecnológicas (e orgulho arrogante), não tem tratamentos eficazes ou cura para qualquer uma destas doenças. E o número dessas doenças continua a subir.

Quando se trata de doenças cardiovasculares, por exemplo, os médicos afirmam terem reduzido as taxas de mortalidade de pessoas que tiveram ataques cardíacos, mas isto é porque a ciência tem a tecnologia para manter as pessoas vivas, uma vez que já tenham sofrido de um ataque cardíaco. No entanto, o risco e a incidência de doenças cardiovasculares, aumentou e piorou. Apesar de ter promovido as dietas de baixo teor de gordura/colesterol, drogas para diluir o sangue, óleos polinsaturados, e contagem de calorias, o século 20 ainda não fez uma migalha em relação às taxas de doenças cardiovasculares.

As coisas não eram assim tão más em 1930, mas a situação estava a piorar o suficiente para chamar a atenção de um homem.

Dr. Weston Price, de Cleveland, Ohio, foi um dentista com um consultório particular que tinha uma carreira verdadeiramente gloriosa. Ele ensinou a ciência a milhares de escolas de odontologia, autor de artigos técnicos e livros, e dirigiu um estudo incrível sobre o papel dos canais radiculares na promoção de várias tipos de doenças.

(Para quem estiver interessado em ler mais sobre este aspecto do trabalho do Dr. Price, você pode ler a página Web da “Price-Pottenger Nutrition Foundation’s” em www.price-pottenger.org.) Apesar do incrível trabalho de Price´s, o mesmo tem sido amplamente esquecido e isso é lamentável, pois é um tesouro de informações nutricionais que possam conduzir os povos modernos a uma maior saúde e vitalidade, e a afastá-lo do flagelo das doenças crónicas.

Estudos de nutrição do dr. Price´s

Price´s notou que os seus pacientes estavam a sofrer de cada vez mais doenças e mais doenças degenerativas crónicas. Ele também notou que seus pacientes mais jovens tinham arcos dentários cada vez mais deformados, dentes tortos e cáries. Isto preocupou-o bastante: ele não via essas coisas há apenas cerca de dez anos ou quinze anos atrás.

Porque estavam a acontecer agora? Price´s também notou uma forte correlação entre a saúde bucal e a saúde física: uma boca cheia de cavidades andava de mãos dadas com um corpo ou cheio de doenças ou de fraqueza generalizada e susceptibilidade às doenças. No tempo do Price´s, a tuberculose era a principal doença infecciosa, o Flagelo Branco. Ele notou que crianças estavam cada vez mais afectadas por essa doença, especialmente as que tinham mais problemas dentários.

Dr. Price tinha ouvido rumores de culturas nativas, onde os chamados povos primitivos viviam uma vida feliz, livre de doenças. Ele teve uma ideia: por que não ir ao encontro dessas pessoas e descobrir (1) se eles realmente são saudáveis, e (2) se assim, descobrir o que eles estão a fazer para se manterem saudáveis. Uma vez que se encontrava numa boa situação económica, ele e sua esposa começaram a viajar pelo mundo para locais remotos. Eles procuravam especificamente povos saudáveis – que naquele tempo – ainda não tinham sido tocadas pela civilização, esses grupos ainda existiam por ai.

O trabalho de Price´s é muitas vezes criticado nesse sentido, por ser tendencioso. Os críticos afirmam que Price´s simplesmente ignorou os povos nativos que não eram saudáveis, portanto, os seus dados e conclusões sobre dietas primitivas são infundadas.

Esses críticos não estão a conseguir entender o ponto de vista e a motivação para o trabalho do Dr. Price. O Dr. Price não estava interessado em examinar pessoas doentes porque ele tinha visto o número suficiente delas na América. Price´s queria encontrar pessoas SAUDÁVEIS, e descobrir o que as tornava assim, e ver se havia algum padrão entre essas pessoas. Durante os seus nove anos de viagens, Price´s realmente encontrou vários grupos de primitivos que estavam a ter problemas por várias razões.

Price´s anotou esses grupos, o que pareceram ser as suas dificuldades, e deixou-os para trás. Novamente, ele não estava interessado em pessoas doentes. Price´s constatou muitas vezes que os problemas de saúde foram causados ​​por falta de alimentos (especialmente pela falta de produtos de origem animal), secas, coisas que as pessoas que vivem da terra têm de enfrentar a partir de tempos a tempos, ou problemas derivados do contacto com a civilização branca europeia.

Dr. Price e sua esposa foram a quase todos os lugares nas suas viagens. Eles viajaram para aldeias isoladas nos Alpes suíços, para as ilhas frias e tempestuosas ao largo da costa da Escócia, para as montanhas dos Andes, Peru, a vários locais na África, para as ilhas da Polinésia, da Austrália e Nova Zelândia, para as florestas do norte Canadá, e até ao Círculo Polar Ártico. Ao todo, Price´s visitou com quarenta grupos de povos nativos.

Depois de ganhar a confiança dos anciãos da aldeia de vários locais, Price´s fez o que sabia fazer naturalmente: ele contou cavidades e examinou os aldeães em termos físicos. Imagine a sua surpresa ao encontrar, em média, menos de 1% de queda de dentes em todos os povos que visitou! Ele também descobriu que os dentes destas pessoas eram perfeitamente rectos e brancos, com arcadas dentárias altas e características faciais bem formadas.

E havia algo ainda mais surpreendente: nenhum dos povos examinados por Price´s praticava qualquer tipo de higiene bucal, nem nenhuma dessas pessoas tinha utilizado uma escova de dentes! Por exemplo, quando o Price´s visitou a sua primeira povoação, aldeões isolado nas montanhas da suíça, ele verificou imediatamente que os dentes das crianças estavam cobertos por uma fina película de limo verde, mas eles não sofriam de queda de dentes. Era uma grande diferença em relação às crianças de Ohio!

Dr. Price também notou que, para além dos seus dentes e gengivas saudáveis, todas as pessoas que viram eram resistentes e fortes, apesar das condições de vida, por vezes difíceis que tinham de suportar. As mulheres dos esquimós, por exemplo, davam à luz um bebe saudável após outro com pouca dificuldade. Apesar das crianças suíças andarem descalças em pisos frios, não se verificou um único caso de tuberculose em nenhum deles, apesar da exposição à tuberculose.

Em geral, Price´s não encontrou, em contraste com o que viu na América, nenhuma incidência das doenças que nos afectam a nós, seres modernos, com os nossos compactadores de lixo e telemóveis: cancro, doenças cardíacas, diabetes, hemorróidas, esclerose múltipla, Parkinson, Alzheimer, osteoporose, síndrome da fadiga crónica (que se chamava neurastenia nos dias de Price), etc

Dr. Price também notou uma outra qualidade nos primitivos saudáveis, descobriu que eles estavam felizes. Embora a depressão não fosse um grande problema nos dias de Price, é certamente um problema nos dias de hoje: pergunte a qualquer psiquiatra. Enquanto certos nativos, por vezes, lutavam contra tribos vizinhas, dentro dos seus próprios grupos, eles estavam alegres e optimistas e recuperavam rapidamente de reveses emocionais. Essas pessoas não tinham necessidade de antidepressivos.

Antes que você comece a pensar que Dr. Price inventou tudo isto, ele assegurou-se de levar com ele uma invenção moderna que iria registar para sempre a crónica da sua pesquisa e as suas conclusões surpreendentes: uma máquina fotográfica. Dr. Price e a sua esposa tiraram fotos – 18.000 delas. Muitas das fotos estão inseridas na obra de Price e Nutrition and Physical Degeneration (disponível no site da PPNF anteriormente referido). As imagens mostram os povos nativos de todo o mundo com um sorriso tão largo como o rio Mississippi, e os seus dentes perfeitos a brilhar.

O que as pessoas comem

Para além de examinar os nativos, o Dr. Price também recolheu uma quantidade considerável de dados ​​sobre as suas culturas e costumes distintos, e essas descrições preenchem muitas páginas do seu livro. Price´s teve muito cuidado em observar o que essas pessoas estavam a comer porque ele suspeitava que a chave para uma boa saúde e bons dentes estava nos bons alimentos. Ele ficou surpreso ao descobrir que, dependendo das pessoas em questão e o local onde viviam, cada grupo comia de forma muito diferente dos outros.

Por exemplo, os habitantes da aldeia de montanha suíça subsistiam principalmente em produtos lácteos não pasteurizados e fermentados, principalmente da manteiga e do queijo. O centeio também fazia parte integrante da sua dieta. Ocasionalmente, eles comiam carne (carne), à medida que as vacas dos seus rebanhos ficavam mais velhas.

Complementavam a dieta com pequenas quantidades de caldos de ossos e de carne, legumes e frutas. Devido à elevada altitude, não crescia muita vegetação. Os aldeões comiam tudo o que conseguiam nos meses curtos de verão, e armazenavam o que sobrava para o inverno. No entanto, os principais alimentos eram o queijo gordo, manteiga e pão de centeio.

Os pescadores gaélico das Hébridas Exteriores não consumiam produtos lácteos, em vez disso, ingeriam grandes quantidades de bacalhau e de outros alimentos do mar, principalmente lulas (quando estava na época). Devido ao solo pobre, o único grão que podia crescer era a aveia, e ela formava uma parte importante da dieta.

Um prato tradicional, considerada muito importante para o crescimento das crianças e mulheres grávidas, era cabeça de bacalhau recheado com aveia e puré de fígado de peixe. Novamente, devido ao clima extremamente clima inóspito, as frutas e vegetais eram raros. Price´s notou que uma jovem gaélica ficou perplexa quando lhe ofereceu uma maçã: ela nunca tinha visto nenhuma!

Os Esquimós, ou Innus, comiam uma dieta de quase 100% de produtos animais com quantidades robustas de peixe. Morsa, foca, e outros mamíferos marinhos também faziam parte integrante da dieta. A Banha (gordura) era consumida com prazer.

Os Innus recolhiam nozes, bagas e algumas gramíneas, durante os meses de verão curto, mas a sua dieta éra basicamente toda carne e gordura. Price´s observou que normalmente, os Innus fermentavam a carne antes de a comer. Isso é, eles enterram-na e permitiam que apodrecesse ligeiramente antes de a consumirem. Os Innus também ingeriam vegetais parcialmente digeridos dos caribus, cortando e abrindo os seus estômagos e intestinos.

Os maoris da Nova Zelândia, juntamente com outras ilhas do mar do Sul, consumiam todo tipo de alimentos do mar – peixe, tubarões, polvos, vermes do mar, mariscos – juntamente com carne de porco gorda e uma grande variedade de alimentos vegetais, incluindo coco e frutas.

Tribos africanas pastoras de gado, como os Masai,  não consumiam praticamente nenhum tipo de alimento de origem vegetal, só carne, leite cru, carnes de órgãos e sangue (em épocas de colheita).

Os Dinkas do Sudão, que Price´s afirmou serem a mais saudável ​​de todas as tribos africanas que ele estudou, ingeriam uma combinação de cereais integrais fermentados, com peixe, juntamente com pequenas quantidades de carne vermelha, vegetais e frutas. Os Bantu, por outro lado, os menos saudáveis das tribos africanas estudadas, éram principalmente agricultores.

A sua dieta consistia principalmente de feijão, abóbora, milho, painço, hortaliças e frutas, com pequenas quantidades de leite e carne. Price nunca encontrou uma cultura totalmente vegetariana. Os dados antropológicos modernos apoiar isso: todas as culturas e povos mostram uma preferência por alimentos de origem animal e por gordura animal (Abrams, The Preference for . . .).

Os povos caçadores-recolectores do norte do Canadá, dos Everglades, da Flórida, do Amazonas, e da Austrália, consumiam animais de caça de todos os tipos, especialmente as carnes de órgãos, e uma variedade de cereais, leguminosas, tubérculos, legumes, e frutas, quando disponível.

Price´s observou que todos os povos, excepto os Inuits, consumiam insectos e as suas larvas. Obviamente, em áreas mais tropicais, os insectos formam uma parte mais integral da dieta. Price´s observar o seguinte: Os nativos da África, sabe que certos insectos são muito ricos em valores nutritivos especiais em certas épocas, e também, que os ovos são alimentos valiosos.

Uma mosca que choca em quantidades enormes no Lago Vitória é recolhida e usada fresca e depois seca, para armazenamento. Eles também usam ovos de formiga e formigas. Abelhas, vespas, libélulas, besouros, grilos, cigarras, traças, e térmitas eram também  consumidas com casca, particularmente em África.

Price´s também observou que todas as culturas consumiam alimentos fermentados todos os dias. Alimentos como o queijo, iogurte, manteiga, cereais ou bebidas fermentadas, como a cerveja kaffir (feita de milho), na África, ou de peixe fermentado como nos Inuits eram uma parte importante da dieta nativa.

Curiosamente, todos os povos nativos estudados realizavam grandes esforços para obterem alimentos do mar, especialmente ovos de peixe, que eram consumidos, para que “possamos ter crianças saudáveis”. Mesmo os povos que habitavam as montanhas realizavam viagens semestrais ao mar para trazerem de volta algas, ovos, peixe e peixe seco. O camarão, rico em colesterol e vitamina D, éra um alimento de consumo habitual em muitos lugares, da África até ao Oriente.

A última característica importante das dietas nativas que Price´s descobriu foi de que elas eram ricos em gordura, especialmente gordura animal. Fosse ela proveniente de insectos, ovos, peixes, animais de caça, ou rebanhos domesticados, os povos primitivos sabiam que iriam adoecer se não consumissem gordura suficiente. Outros exploradores para além do Dr. Price também descobriram que isso é verdade.

Por exemplo, o antropólogo Vilhjalmur Stefansson, que viveu durante anos entre os Inuits e índios do norte do Canadá, notou especificamente a forma como os índios faziam todos os possíveis caçar os caribus mais velhos do sexo masculino pois possuiam uma reserva traseira de 50 libras de gordura.

Quando esses animais não estavam disponíveis e os índios eram forçados a sobreviver com coelhos, um animal muito magro, Desenvolviam diarreia e fome após cerca de uma semana. O corpo humano precisa de gordura saturada para assimilar e utilizar as proteínas e as gorduras saturadas de origem animal contêm grandes quantidades de vitaminas liposolúveis, bem como os ácidos gordos benéficos com propriedades anti-bacterianas.

Mas claro que, os alimentos que os nativos ingeriam eram naturais e não processados. Os seus alimentos não continham conservantes, aditivos ou corantes. Também não continham açucares adicionados (embora, quando disponíveis, doces naturais como o mel e xarope de maple eram consumidos com moderação).

Eles não ingeriam farinhas brancas ou alimentos enlatados. Os seus lacticínios não eram pasteurizados, homogeneizados, ou com baixo teor de gordura. Os alimentos de origem animal e vegetal consumidos eram plantados e cultivados em solo livre de pesticidas e não recebiam hormonas de crescimento ou antibióticos.

Em suma, essas pessoas sempre comeram alimentos orgânicos.

O que as amostras apresentaram

Dr. Price estava ansioso para analisar a composição química dos vários alimentos que esses primitivos comiam. Ele teve o cuidado de obter preservadas as amostras de todos os tipos de análise. Basicamente, as dietas desses povos saudáveis ​​continha 10 vezes a quantidade de vitaminas solúveis em gordura, e pelo menos quatro vezes a quantidade de cálcio, outros minerais e vitaminas solúveis em água do que as dietas ocidentais daquela época. Não admira que essas pessoas fossem tão saudáveis!

Por causa do consumo de alimentos fermentados e crus (incluindo os produtos crus de origem animal), Price´s observou que dietas nativas eram ricas em enzimas. As enzimas ajudam na digestão de alimentos cozinhados.

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Price´s observou que todos os povos tinham um atracão e predilecção dietética pelos alimentos gordos ricos em vitaminas liposolúveis. Price´s considerou que a manteiga das vacas alimentadas a pastos, rica nessas vitaminas, bem como em minerais, era o alimento mais saudável.

As vitaminas liposolúveis são encontradas nas gorduras de origem animal, como manteiga, natas, banha, e sebo, bem como nas carnes de órgãos.

E para dissipar um mito comum sobre os povos indígenas, eles viviam vidas longas. Os Price´s tiraram muitas fotografias de primitivos saudáveis com a cabeça cheia de cabelos brancos. E embora nós nunca venhamos a saber quantos anos tinham realmente, uma vez que não tinham calendários, eram, por todas as aparências, individuos com bem mais de 60 anos. Os aborígenes, por exemplo, tinham uma sociedade especial de idosos.

Obviamente, que se não houvesse pessoas idosas entre eles, não teriam necessidade de tal grupo. Stefansson também nos informou sobre a grande longevidade entre os Inuits. É verdade que a taxa de mortalidade nas idades mais jovens era mais elevada entre alguns grupos, mas estas mortandades eram derivadas do estilo de vida perigoso que essas pessoas viviam, e não da sua dieta. Quando se vive no Círculo Polar Ártico, por exemplo, a lutar constantemente contra os elementos, os ursos polares, os fluxos de gelo, e as focas-leopardo, corre-se o risco de uma morte precoce.

Outro equívoco comum que a nutrição moderna mantém em relação às populações nativas, é que devido às suas dietas ricas em carne e gordura, elas sofriam de todos os tipos de doenças degenerativas, em especial da osteoporose e de doenças cardíacas. Os factos, no entanto, não suportam essas afirmações.

Apesar de alguns estudos feitos nos últimas décadas terem tentado demonstrar que as altas taxas de osteoporose entre os Inuits ocorriam devido à sua dieta rica em proteínas, outros estudos não demonstraram nenhuma tal coisa. O trabalho dos Doutores Herta Spencer e Lois Kramer provou de forma conclusiva que a teoria da proteína/perda de cálcio era um absurdo.

Para além disso, os estudos negativos sobre o Eskimo foram realizados, e não em Innus que seguiam a sua dieta tradicional, mas sim em Innus modernizados que adoptaram hábitos alimentares modernos e o consumo de álcool. O alcoolismo é um factor importante na perda óssea. Certamente, o Dr. Price teria constatado que a perda óssea era um problema se tivesse encontrado provas disso, especialmente já que ele estava a examinar os dentes que são feitos de cálcio, mas não encontrou nada disso.

Enquanto esteve na Suíça, Price´s obteve permissão para desenterrar os restos dos esqueletos de alguns moradores: os ossos eram resistentes e fortes. Há fotos do livro de Price´s destes ossos (e caveiras mostrando bocas com dentes perfeitamente livres de cárie). Price´s não encontrou vestígios de nenhuma das doenças mais graves, incluindo doenças cardíacas.

Isso não quer dizer que os povos nativos não têm nenhum problema de saúde, esse não é certamente o caso. Price teve conhecimento de alguns remédios nativos para uma série de males menores, como dores de cabeça, constipações, feridas e queimaduras. Mas, no que diz respeito a doenças degenerativas, ele não encontrou nada. Isso leva-nos a outra constatação importante da pesquisa do Dr. Price: os efeitos de uma dieta moderna sobre os povos. Daqui, passemos agora para.

As raizes da doença

Quando o Dr. Price´s visitou os vários grupos primitivos, ele observou que a civilização branca europeia começou a fazee incursões em áreas onde viviam. Alguns dos povos nativos optaram por sair e mudar-se para áreas mais “modernas”. Dr. Price teve também a oportunidade de comparar os colonizadores brancos que foram vivendo ao lado, ou próximos, dos povos nativos que ele estava a estudar. O que ele encontrou foi o que ele achava que iria encontrar: doenças e problemas dentários.

Quando as pessoas lêem “Nutrition and Physical Degeneration”, que muitas vezes muda as suas vidas, porque não só descreve a aparência de pessoas saudáveis ​, a forma como se sentem e comem, como também mostra os detalhes dolorosos do que acontece a essas pessoas quando abandonam os seus hábitos alimentares nativos e adoptam os alimentos modernos.

As fotos que Price´s tirou de nativos e modernos no que Price´s desdenhosamente denominou de “sucedâneos de alimentos do comércio moderno” são horríveis e em perfeito contraste com as fotos ao lado de nativos saudáveis a sorrir. A escritora de nutrição e entusiasta de Price, Sally Fallon, explica:

Suas fotografias capturam o sofrimento causado por estes alimentos – principalmente a cárie dentária desenfreada. Ainda mais surpreendente, eles demonstram a mudança no desenvolvimento facial que ocorreu com a modernização. Os pais que tinham modificado a suas dietas, deram à luz crianças que não apresentaram os típicos padrões tribais. Os seus rostos eram mais estreitos, os dentes aglomerados, as suas narinas comprimidas. As suas caras não expressavam optimismo, tal como a dos seus ancestrais saudáveis.

As fotografias do Dr. Weston Price demonstraram com muita clareza que os sucedâneos de alimentos do comércio moderno “não forneciam nutrientes suficientes para permitir que o corpo alcançasse o seu potencial genético completo – nem o completo desenvolvimento dos ossos do corpo e da cabeça, nem a expressão completa dos diversos sistemas que permitem que a humanidade funcione a níveis óptimos – sistema imunológico, sistema nervoso, digestão e reprodução (Nasty, Brutish, and Short? 8).

E quais foram os alimentos ofensivos que essas pessoas infelizes consumiram? Pois os mesmos que podemos encontrar na prateleiras das nossas mercearias: açúcar, farinha branca, compotas, geleias, biscoitos, leite condensado, legumes em conserva, doces, produtos refinados de grãos, margarina e óleos vegetais.

Price notou que em vários lugares, onde os alimentos modernos tinham substituído os alimentos tradicionais, as taxas de suicídio devido a cáries dentárias, dispararam. Como a maioria de nós sabe, as dores de dentes podem ser torturantes. Sem drogas para aliviar as suas dores, e nenhum dentista para retirar os dentes podres, as pessoas colocavam fim às suas próprias vidas para escapar da tortura.

Os europeus brancos que viveram em África tinham que regressar periodicamente por razões de saúde. As crianças nascidas em África, tinham de ser enviadas de volta várias vezes durante a sua juventude, de modo a poderem sobreviver. Tal era o efeito nocivo dos alimentos modernos nestas pessoas. Os nativos africanos, é claro, não tinham esses problemas, desde que permanecessem nas suas dietas nativas.

Como observado anteriormente, a principal doença infecciosa da época de Price era a tuberculose, o Flagelo Branco. Price tirou muitas fotos de crianças, geralmente dos filhos de europeus ou de nativos que tinham adoptado os alimentos modernos antes dos seus filhos nascerem. As fotos são perturbadores nas suas representações de sofrimento.

Algumas das crianças estavam demasiado doentes para serem transportadas para um locar com melhor iluminação para serem fotografadas. Outras tinham pus a fazer a drenagem de forma visível das glândulas linfáticas, e os seus dentes tinham abcessos. Invariavelmente, os pais e as crianças que tinham adoptado os alimentos modernos encontravam-se altamente susceptíveis à tuberculose e a outras doenças degenerativas.

Os havaianos nativos são um trágico exemplo dessa mudança. Price´s visitou as ilhas havaianas nas suas viagens. E claro, notou que os havaianos que comiam a dieta tradicional de coco, peixes, mariscos, taro, batata-doce e frutas frescas, eram saudáveis ​​e fortes. Hoje, porém, a saúde dos havaianos nativos é assustadora.

A obesidade e a diabetes são galopantes. E porque as carnes enlatadas com nitratos são populares nessa área, os níveis de cancro do estômago são elevados (os nitratos convertem-se em substâncias cancerígenas no estômago – a vitamina C impede essa conversão).

Hoje os havaianos ingerem a sua parte de açúcar, refrigerantes, óleos vegetais, salada de macarrão, farinha branca e arroz branco. O coco é consumido por vezes, mas geralmente como parte de um alimento açucarado. A tensão arterial elevada e os ataques cardíacos são comuns. Os níveis de Alzheimer também são elevados. Tal é o efeito dos alimentos processados ​​numa bela raça de pessoas.

Entretanto, na última década, foi proposta uma dieta chamada Dieta Havaí. Embora seja um pouco pobre em gordura para o meu gosto, ela defende um regresso aos padrões de alimentação tradicionais de comer: peixe, inhame, batata-doce, fruta fresca e legumes, e, ocasionalmente, carne de porco (javali e suínos selvagens são nativos das ilhas).

Alimentos a evitar especificamente são: arroz branco, açúcar, Spam, e alimentos processados em geral. A mudança é dramática: as pessoas perdem peso, têm mais energia, e os seus problemas de saúde dissipam-se ou tornam-se mais ligeiros. A sua saúde dentária, também melhora sempre.

Price também notou este padrão. Se um nativo abandonava os seus hábitos alimentares ancestrais a favor dos alimentos modernos, desenvolvia cáries dentárias e outros problemas de saúde. No entanto, se essa mesma pessoa regressa-se ao padrão alimentar original, recuperava a saúde e a progressão da cárie dentária parava e invertia-se. Este é talvez o aspecto mais relevante do trabalho de Price: pode-se sempre inverter a tendência: há sempre esperança.

Price´s previu de forma precisa e ameaçadora que á que o homem ocidental fosse aumentando o consumo de açúcar refinado e de óleos vegetais para substituir as gorduras animais, o número de doença aumentaria e a reprodução tornar-se-ia mais difícil.

Hoje, cerca de 25% dos casais ocidentais são inférteis, e o número de diabetes e doenças cardíacas também dispararam. Price´s era verdadeiramente uma Cassandra moderna de Tróia – profetizando a verdade, mas sem ninguém a ouvir.

Um retorno à sanidade, por favor?

Durante muitas décadas, o trabalho de Price foi sepultado e esquecido. Porém, devido aos esforços da “Price Pottenger Nutrition Foundation”, e à reedição do livro de Price para o público, As coisas começam felizmente, a mudar. Vários médicos nutricionistas proeminentes traçaram as suas heranças filosóficas de volta até Weston Price e ao seu trabalho.

Abram Hoffer, fundador e desenvolvedor da psiquiatria ortomolecular, Jonathan Wright, conhecido autor, Alan Gaby, colunista médico, Melvyn Werbach, autor nutricional, e outras médicos todos cantam louvores ao engenhoso dentist. O antropólogo nutricional H. Léon Abrams, emérito professor adjunto do Sistema Universidade da Geórgia e autor de mais de 200 artigos e 8 livros, aponta Price´s como um gigante, à frente de seu tempo com uma mensagem relevante para todos nós.

As conclusões e recomendações de Price, foram chocantes para a época. Ele defendeu um regresso à amamentação pelas mães quando tal prática foi desencorajado pela medicina ocidental. Ele instou os pais a dar aos seus filhos óleo de fígado de bacalhau todos os dias. Ele considerou a manteiga fresca o alimento de saúde supremo.

Ele advertiu contra pesticidas, herbicidas, conservantes, corantes, açúcares refinados, óleos vegetais, em suma, todas as coisas que nutrição e a agricultura moderna adoptou e promoveu nas últimas décadas. Price acreditava que a margarina foi uma criação demoníaca. Deixe-me dizer-lhe, com recomendações como essas, ele era realmente impopular! Mas o resultado de sua pesquisa fala por si.

Sabendo que os seus dados contradizem praticamente tudo que a nutrição politicamente correcta afirma, é comum verificar que o seu trabalho é menosprezado. Se os estudos de Price são precisos, então a filosofia nutricional do baixo teor de gordura deve seguir o caminho da extinção: para o cemitério. É normal, portanto, que os críticos digam coisas como; Price apenas examinou de forma superficial os povos que ele encontrou e fez conclusões simplistas sobre a sua saúde.

Price também é acusado de ignorar as deficiências nutricionais dos povos que estudou, bem como as suas elevadas taxas de mortalidade infantil. Também foi afirmado que os alimentos modernos que Price afirma serem a desgraça de destas pessoas, eram na verdade saudáveis, mas os povos primitivos consumiram demasiada quantidade deles e não equilibraram as suas dietas da forma correcta, daí os seus níveis elevados de doenças após a adopção de produtos alimentícios modernos.

Os críticos também afirmam que as pessoas desnutridas geralmente não têm problemas dentários, por isso é indiferente que os nativos que Price fotografou tivessem dentes perfeitos, ou que os individuos modernizados tivessem dentes em mau estado.

É realmente incrível o ponto a que alguns especialistas conseguem chegar para defender as hipóteses frágeis da indústria de processamento alimentar e nutricional! Mesmo uma análise superficial ao livro de Price dirá a qualquer pessoa racional que Price não examinou de forma superficial as pessoas que estudou. Os detalhes sobre os costumes indígenas, hábitos alimentares, e a história das várias áreas, servem de argumento contra as eventuais acusações de superficialidade.

Além disso, o Price era um médico com muitos anos de experiência, é ridícula a alegação de que ele iria fazer uma análise superficial e chegar a conclusões simplistas sobre a saúde das pessoas. Se houvesse deficiências nutricionais, ele teria dado por elas, mas nenhuma dessas descrições existem pela simples razão de que não existiam tais deficiências.

Sabemos que isso é verdade pois, se examinarmos os descendentes modernos dos individuos examinados por Price, verificaremos que eles gozam de uma saúde robusta e encontram-se livres tanto de cáries dentárias como das restantes doenças crónicas, desde que não tenham abandonado as suas dietas nativas.

É verdade que existiam elevadas taxas de mortalidade infantil, mas só DEPOIS da exposição e adopção do modo de vida europeu dos brancos. Além disso, se os alimentos do comércio moderno eram assim tão saudáveis, então deveriam ter fornecido os nutrientes necessários para evitar a morte, a cárie dentária e as doenças das pessoa que os ingeriram, independentemente da forma como os ingerissem. A afirmação de dietas desequilibradas de alimentos modernos é simplesmente conversa dupla que não resiste ao teste da lógica.

A última afirmação sobre a condição dentária não estar relacionada com o estado nutricional do corpo é simplesmente falsa. Vários investigadores têm observado a ligação clara e óbvia entre a saúde bucal e corporal. Todos afirmam sem hesitação que a saúde do corpo se reflecte com bastante precisão na saúde dos dentes (Abrams, Vegetarianismo, 72;. Diorio, et al, 856-865;. Menaker e Navia, 680-687).

A mensagem do dr. Price´s

A conclusão óbvia de pesquisa de Price é que, para a humanidade sobreviver, devemos comer melhor. E os alimentos que devemos ingerir devem ser integrais, frescos e não processados. A cada dia que passa, mais e mais pessoas começam a entender a ver isso e têm vindo a modificar os seus hábitos alimentares.

Mas para a maioria, no entanto, a continuação dos hábitos alimentares negativos conduzirá inevitavelmente à diminuição da vitalidade e das crianças saudáveis, em suma, à degeneração da raça humana. Neste mundo de sobrevivência do mais forte, temos de aproveitar todas as oportunidades para reforçar a nossa posição ou corremos o risco de seguir o caminho do pássaro dodó: a extinção.

Para além disso, os alimentos integrais sabem bem! A primeira lição feliz a retirar das dietas tradicionais e do trabalho de Price é que a boa comida pode e deve saber bem. Não há problema em ingerir vegetais e carnes com manteiga. Não há problema em consumir leite integral, a carne com a sua gordura, ovos, camarão e lagosta, e o fígado com cebola e bacon. Não há problema e é saudável comer sopas caseiras feitas de sopa de ossos ricas em gelatina e molhos preparados a partir de gotejamentos e creme.

Comer alimentos inteiros é bom para o meio ambiente. Os blocos de construção de uma dieta de alimentos integrais são alimentos vegetais sem pesticidas criados em solos naturalmente enriquecidos, e os animais saudáveis ​​que vivem livres para pastar e fertilizam as áreas das suas quintas, ao contrário de pé em uma barraca apertada, sem nunca ver a luz solar, sendo alimentados com soja e farelo de milho, onde levam injecções de esteróides e antibióticos.

Comer alimentos integrais, também é melhor para a economia. Os alimentos orgânicos são normalmente criados por pequenos agricultores. De cada vez que você comprar uma planta criado de forma orgânica ou um produto de origem animal, você estará a ajudar alguém a ganhar a vida.

Isso não é melhor do que dar o seu dinheiro a uma empresa alimentar multinacional que produz os seus produtos em massa, não se preocupando com a saúde do solo, o planeta, os animais, ou nós mesmos?

Finalmente, comer alimentos integrais é mais saudável. Nós, seres humanos evoluímos para comer certos alimentos de determinadas formas. Não irá ver um homem das cavernas separar a gordura da sua carne – ele comia tudo. Não irá ver uma aldeã dos Alpes suíços a comer queijo com pouca gordura – ela come tudo. Não irá ver pescadores Maori a evitar moluscos por medo do colesterol – eles comem tudo.

Os alimentos estão embalados da forma que a natureza tencionou: eles contêm todos os nutrientes dentro de si para uma óptima assimilação pelos nossos organismos. Ao ingerirmos alimentos integrais, asseguramo-nos de que iremos obter a maior quantidade de nutrientes que os alimentos têm a oferecer. Violar essa regra é um péssimo conselho.

A nossa oportunidade

Os ocidentais vivem em países onde a comida está imediatamente disponível, ao contrário de outras partes do mundo onde as pessoas passam fome de forma habitual ou estão desnutridas. Além disso, vivemos com uma escolha entre duas maneiras de comer: a forma dos alimentos integrais, e a forma do lixo dos alimentos processados da nova moda.

Com tal privilégio, nós devemos isso a nós mesmos e aos nossos filhos, escolher o caminho da vida: a forma dos alimentos integrais. Ao tomar esta decisão, podemos parar a epidemia de doenças crónicas, que ameaçam consumir os nossos corpos e mentes. Vamos tomar essa decisão e abraçar as tradições alimentares dos nossos antepassados. Só poderemos encontrar a nossa salvação biológica voltando-nos para a sabedoria das dietas tradicionais.

Escrito pelo nutricionista e médico naturopata Stephen Byrnes

 
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